Todos os dias assim.

Ask me anything   Filha de Deus e feliz da vida! Apaixonada por: poesia, animais, cozinhar, moda, música,filmes, lua etc.. Personalidade forte, tentando me encaixar em algum lugar desse mundo que não tem nada haver comigo.

“Pagar na mesma moeda é bobagem, no meu câmbio cédulas de crueldade e deboche gratuitos inexistem”. 
(Dalia Hewia) 

— 3 days ago

Criticar e falar mal dos outros não é sinal de boa auto-estima; falar bem de si mesmo também não o é. Delicadeza e discrição são bons sinais.

Muitas são as vezes em que as críticas, mesmo quando verdadeiras, são uma forma sutil de manifestação invejosa daquele que está falando mal.

Só deveríamos falar algo a respeito do outro se formos insistentemente solicitados: e convém verificar se ele está mesmo pronto para ouvir!

Toda crítica é incômoda: ao falarmos do outro, mesmo que a pedido, é preciso delicadeza e cuidado para não magoar mais do que o inevitável.
— 5 days ago with 3 notes

 O adeus da história inexistente Sabe, vc me faz lembrar um poema que esqueci, de uma canção que talvez jamais tenha existido e de um lugar que não estou segura de ter visitado… O tempo passou e com ele implacavelmente levou todas as ilusões, e o que nos resta é nos despedir, a hora é de adeus, o que se escreve é o ultimo poema, é tempo de seguir viagem e olhar para frente. Um dia cansamos de dar braçadas a esmo, de buscar sonhos no nada, de enxergar o bom no inútil. A dor ficou, mas sua latência vai se tornando escassa à medida em que vamos tentando demonstrar sorrisos por ora enferrujados e travados, mas que lá bem adiante de algum modo, se transformam em alegrias sinceras… E o que nos resta meu bem… Uma virada de costas… Uma rosa em um local vivo… Nenhum beijo de despedida.

Marina Adorjan

— 6 days ago

Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos? O mundo não acaba quando nos enganamos; ele muda, talvez, de direção. Mas precisamos tirar partido dos nossos erros. Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas? As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela. 

Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho, principalmente. E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói. Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso. O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares diferentes do nosso. 

Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente. E nem obrigatoriamente certo. Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo. Às vezes acertamos, outras erramos. E somos normais assim. Então, numa discussão, numa briga, pare um segundo e pense: “e se eu estiver errado?” É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar. Nosso “eu” nos cega muitas vezes. Nosso ciúme, nosso orgulho e até, por que não, nosso amor?

Não vemos o lado do outro e nem queremos ver. E somos assim, muitas vezes injustos tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que nos recusamos a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém. E é porque tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras, separações. Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas. E de que adianta ter sempre razão, saber de tudo, se no fim o que nos resta é a solidão? 

Vida é partilha!… E não há partilha sem humildade, sem generosidade, sem amor no . Na escola, só aprendemos porque somos conscientes de que estamos lá porque não sabemos ainda; na vida é exatamente a mesma coisa. Se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma e nosso , nada vai entrar. E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido. Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar. Somos bem mais resistentes do que julgamos; a própria vida nos ensina a sobreviver, viver sobre tudo e sobretudo. Nunca duvide do seu poder de sobrevivência! Se você duvida, cai. Aprenda com o apóstolo Pedro que, enquanto acreditou, andou sobre o mar, mas começou a afundar quando sentiu medo. 

Então, afundar ou andar sobre as águas? Depende de nós, depende de cada um em particular. Podemos nos unir em força na oração para ajudar alguém, mas só esse alguém pode decidir a ter fé, força e coragem para continuar essa maravilhosa jornada da vida!…

letícia thompson

— 1 month ago
"Deixa que as coisas se renovem, e que as perdas tenham mais de um sentido, que os vazios te ofereçam mais espaço, pra que a vida te compense com o impossível. E permita que a alegria se aproxime, e que traga mais calor para os teus dias, quando tudo nos parece um desolo, é possível ainda assim, ser poesia."
Marla de Queiroz. (via c-a-n-a-r-i-o)
— 1 month ago with 90 notes

“E quando a tempestade tiver passado, mal te lembrarás de ter conseguido atravessá-la, de ter conseguido sobreviver.
Nem sequer terás a certeza de a tormenta ter realmente chegado ao fim. Mas uma coisa é certa.
Quando saíres da tempestade já não serás a mesma pessoa. Só assim as tempestades fazem sentido.

(Haruki Murakami)

— 2 months ago

“Me visto de música para seguir a vida,
com pés descalços e fitas no cabelo.
Sou menina, sou mulher…
sou o que a vida me permitir.”


(Vanessa Oliveira)
— 2 months ago

“A cada dia nos perdemos um pouco… Estamos nos tornando só lembranças, isto é, se conseguirmos ser lembranças… Pois já estamos no meio do nada…”

(Vera Waterkemper)
— 2 months ago